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Depoimentos




Leitsomeire

“Que eixo interessante! Estamos encantadas com o envolvimento dos presentes e a empolgação das apaixonadas pela arte da poesia. Que belo! É imprescindível levar esta proposta às crianças, pois a literatura é encantamento e arte.”

Leitsomeire, do Centro Municipal de Educação Infantil Zilda Arns, em Natal (RN) – 06/01/2016

Simone da Silva Oliveira

“Antes as crianças treinavam para se apresentar no palco para os adultos. Depois das formações do Paralapracá, os eventos tornaram-se delas. O espetáculo para o adulto se transformou em espaços criativos nos quais as crianças interagem.”

Simone da Silva Oliveira, supervisora de educação infantil da Secretaria Municipal de Educação, de Camaçari (BA) – 23/11/2015

Juçara Freitas

“Gostaria de registrar o misto de emoções vividas hoje na nossa formação, durante a apresentação de algumas práticas exitosas. Conseguimos percorrer por reflexões e sentimentos que, pra mim, apontam o quanto estamos caminhando na direção correta com as nossas crianças. Parabéns ao projeto Paralapracá, que está alicerçando as nossas práticas, está nos respaldando e nos legitimando enquanto educação infantil no município de Olinda. Os diálogos estão se alastrando por lugares importantes como Formação do PNAIC, salas de aula de graduações e pós-graduações e no nosso Fórum de Educação Infantil.”

Juçara Freitas, coordenadora da Escola Municipal Pro Menor, em Olinda (PE) – 31/10/2015

Railza Almeida dos Santos

“Cita a estória que duas pessoas se encontram por acaso em um jardim cheio de flores e começam a trocar olhares desencontrados e de repente os olhares se cruzam. E ali do nada nasce um encantamento, um doce encanto, uma animação, um olhar mais acentuado, um aperto de mão sensível, etc. O meu encantamento com a educação infantil tem um início parecido. Quando soube que iria lecionar para os pequeninos, achei curioso, já que vinha de outros tipos de experiências educacionais, tinha passado pelo Fundamental I, como chamamos em Camaçari, e Fundamental II. Bem, de primeira aceitei o desafio, que é o que tenho feito nestes 35 anos de vida.

Quando entrei na Creche Phoc II, em Camaçari, fui lecionar no Grupo III. Achei bom, mas esse bom foi ficando cada vez melhor, mais emocionante ver aquelas crianças me elogiando, mesmo nos dias em que sabia que não estava tão bonita assim, e foi ficando prazeroso, que pra mim foi o mais importante, e foi ficando gostoso compartilhar momentos de experiências com aquelas crianças. Esqueci que era adulta, virei criança e não tive vergonha disso.

Amava poder partilhar o mundinho delas e acho que também gostavam muito de mim. E hoje como gestora desta mesma creche vejo o quanto foi bom e está sendo compartilhar momentos novos e o carinho que as crianças têm, e agora gestante é muita alegria escutar quase todos os dias, o bebê tá na sua barriga ou já saiu. Gente, pra mim isto é de tão grande valor que às vezes digo pra mim mesma: vale a pena, vale a pena, mesmo diante das dificuldades que se colocam a cada dia como pais separados, problemas familiares que ouço todos os dias, a gente vira meio que um acrobata se firmando em várias dimensões e buscando sempre o crescimento com cada nova situação. E quero terminar o relato com o crescimento e o aprendizado contínuo que o projeto Paralapracá me proporciona e a certeza de poder compartilhar junto com outras pessoas, me faz ter a certeza que temos um caminho a ser percorrido. Posso demorar a chegar, mas estou na trilha certa.”

Railza Almeida dos Santos, gestora da Creche Phoc II, em Camaçari (BA) – 31/10/2015

Sylvia Pontes

“Jardim de palavras:
Voltando?
Revendo?
Revivendo?
Saudades daqui, saudades de lá!
Até uma ‘vontadezinha’ de chorar…
Me encontro aqui, me encontro lá…
É assim que vivo!
Paralapracá!”

Sylvia Pontes, do Centro Municipal de Educação Infantil Maria Abigail, em Natal (RN) – 20/08/2015

Cristina Conceição

“Um conjunto de sentimentos, provocações e deslocamentos podem ser definidos nesse encontro de hoje. Nele, pude vivenciar o lugar da arte enquanto processo criativo que  se constitui de forma singular em cada pessoa. O mediador é um provocador de emoções e sentimentos, mas não tem o poder de mensurar o valor de uma  vivencia/experiência para cada um em seu grupo. Cada pista interna e/ou externa alimenta a imaginação, a criatividade e possibilita o retorno, o  intercruzar de caminhos. E nestes caminhos, retomamos e lembramos o quanto fomos arteiras nesse lugar de conhecimento e transcendência espiritual”.

Cristina Conceição, coordenadora pedagógica da creche Phoc II, em Camaçari (BA) – 07/10/2014