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Depoimentos




Iany Bessa

“As visitas do Paralapracá têm proporcionado momentos de reflexão acerca de nosso papel de assessoria do projeto. Espero poder colaborar da melhor forma possível pra que as crianças da Educação Infantil de Maracanaú recebam o melhor. Obrigada a todos que têm colaborado com esse trabalho.”

(em visita de monitoramento à Instituição de Educação Infantil Cora Coralina)

Iany Bessa, assessora pedagógica do Paralapracá em Maracanaú (CE) - 28/05/2014

Mônica Rogéria Maciel

“Saudade dói. No entanto nos faz lembrar o que foi bom. Vivemos experiências grandiosas que sempre nos acompanharão. Sinto falta do que vivemos, e alegria por ter podido compartilhar de companhias tão boas. Reforço a admiração e o desejo de que vocês sejam sempre muito felizes e realizadas.

Abraços mil.”

Por Mônica Rogéria Maciel, supervisora técnica da Secretaria Municipal de Educação, de Campina Grande (PB) – 10/12/2013

Ana Dayse Rezende Dorea

“A gente vê aqui todas essas experiências, oportunidades, trabalhos que nos deixam maravilhados, pensando no que, a partir daí, vamos construir. Junto com Angelina (diretora do Departamento de Educação Infantil de Maceió), fizemos uma espécie de planejamento, desde que tivemos os primeiros encontros aqui (na cidade de Reggio Emília/ Itália), pensando no que faremos quando voltarmos. Aprendi muito e este aprendizado deve ser compartilhado e socializado, para que possamos executar tudo em uma cidade que precisa tanto. Queremos levar algumas propostas para ver de que forma podemos, a partir desta experiência, pensar em coisas mais concretas, inclusive das instalações e dos equipamentos das nossas creches.”

Ana Dayse Rezende Dorea, secretária municipal de educação, de Maceió (AL) – 28/06/2013

Marcelo Farias

“Só o fato de ter um olhar diferente para o nosso município, daqui (Cidade de Reggio Emília/Itália) para lá (município), já é muito interessante, e, sobretudo, ver o valor que as práticas tem aqui, nos leva a valorizar o que é realmente feito de significativo por lá. Procuramos aqui perceber tudo o que existe de objetivo, mas a alma, o clima pedagógico, os aspectos subjetivos são mais difíceis e mesmo assim contagiam a gente. Levaremos toda essa gama de experiências, informações e tudo o que ocorreu aqui.”

Marcelo Farias, secretário municipal de educação, em Maracanaú (CE) – 28/06/2013

Francisco José de Amorim Britto

“Na educação, todas as nossas decisões têm impactos intergeracionais, só veremos seus resultados à médio e longo prazo. Eu assumi a educação, efetivamente em janeiro, e quase tiramos o Paralapracá. Travou-se uma discussão pela permanência do projeto, e hoje eu vejo o quanto a decisão de mantê-lo foi correta. E agora damos o salto qualitativo. O que estamos fazendo aqui suscitará mudanças, queiramos ou não, nas nossas posturas e também nas nossas decisões nos nossos municípios. Já temos práticas vivenciadas, já temos resultados. Claro que não vamos aplicar tudo o que vimos aqui (Reggio Emilia) lá (Jaboatão), porque nossa realidade não nos permite. Mas podemos começar. A primeira creche foi fundada em 71, são 42 anos e se vê ainda muitas inquietações. Por trás de tudo que foi dito aqui, existem muitas dificuldades. Mas há uma perseverança, há sonhos se materializando ainda no nosso dia-a-dia via educação.”

Francisco José de Amorim Britto, secretário municipal de educação, de Jaboatão dos Guararapes (PE) - 28/06/2013

Filomena Alves Pereira

“Estou feliz por perceber que Reggio Emilia não é apenas a estrutura, não são os materiais, mas o que mais se sobressai, sobretudo, são as pessoas. É a criança em primeiro lugar, é o professor, a equipe, o coletivo. E isso, tenho certeza, podemos potencializar e desenvolver em nossos municípios. Eu havia imaginado que não seria algo possível, mas as pessoas são cativadas, envolvidas e conseguem trabalhar. Nós temos muito disso no Brasil, pessoas abertas para mudanças, para renovações e já vivenciamos isso com o Paralapracá. Certas coisas observadas aqui, nós já fazíamos, graças ao projeto. E a sua continuação vai ajudar a disseminar essas práticas, por todo o município, visto que hoje 100%, ou seja, todos os 153 CMEIS estão incluídos no Paralapracá.”

Filomena Alves Pereira, gerente de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação, de Teresina (PI) – 28/06/2013