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Depoimentos




Evelyn Queiróz

“A busca do coordenador pedagógico por seu papel de formador no ambiente escolar é tarefa árdua, em virtude das inúmeras demandas presentes no cotidiano da instituição, enfrentando o desafio de construir seu perfil profissional e definir seu espaço de atuação. Além disso, precisa resgatar sua identidade e consolidar um trabalho que vai muito além da dimensão pedagógica.

Essa ação deve ser permeada por uma relação de parceria, baseada no diálogo e, acima de tudo, no respeito mútuo, que só se efetiva através da conquista e da confiança entre os atores escolares. Portanto, assumir esse papel de formador é um movimento de construção e constante estudo.

Eu só tenho a agradecer ao Paralapracá que foi, e continua sendo, essencial na efetivação desse processo, pois, além de fortalecer e valorizar a importância e o papel desse profissional no cotidiano escolar forneceu subsídios imensuráveis à nossa prática.

Evelyn Queiróz, coordenadora pedagógica do CMEI Libâneo, em Natal (RN) - 19/09/2016

Heraldina Simões

“O ato de brincar não é só lúdico. Ele é transformador de vidas, atitudes, pensamentos, valores e, principalmente, ensina a lidar com as mais diferentes dificuldades. Ensina,  também, as mais diferentes linguagens. O ato do brincar está aqui e agora quando escrevo estas linhas. Porque revela um ‘tantão’ do meu brincar, do meu modo de viver e conviver com as crianças. Viva!”

Heraldina Simões, gestora e professora formadora da Escola São Bento, Olinda (PE) - 16/09/2016

Vanessa Rocha de Santana

“Experiências de formação compartilhada já vem acontecendo com frequência e podemos salientar que cada oportunidade como essa fortalece e amplia as ações junto às crianças, em cada Instituição participante, ou seja, estamos em uma rede colaborativa buscando aprender com outras profissionais que atuam na Educação Infantil de Maracanaú para uma oferta educacional de qualidade às nossas crianças.”

Vanessa Rocha de Santana, coordenadora pedagógica da Escola Municipal Professor Paulo Freire, em Maracanaú (CE) - 4/8/2016

Juçara Freitas

“Hoje somos protagonistas, estamos sempre em busca de criar algo novo para as formações, estamos em busca de instigar os melhores diálogos, sempre observando o que há de melhor e mais prazeroso para as crianças. Me sinto muito feliz em fazer parte dessa ciranda!”

Juçara Freitas, coordenadora pedagógica da Escola Pró-Menor, em Olinda (PE) – 22/07/2016

Fátima Cristina Silva

“É importante buscar nas formações um novo olhar, ampliando a escuta e modificando a fala, quando a leitura da realidade assim o requerer. É necessário que a consciência coletiva seja respeitada, ao ponto de se flexibilizar mais os planejamentos para que estes sejam sempre construídos a partir do olhar coletivo. É importante ter a capacidade de olhar de maneira inusitada, de cada dia poder perceber o espaço da relação e, consequentemente, da troca e da aprendizagem. Ser capaz de perceber o que está acontecendo, a relação da/o coordenadora/or pedagógica/o com a/o professora/or, e deste, com o seu grupo de alunos.

Poder perceber os pedidos que estão emergindo, quais os conhecimentos demandados e, consequentemente, necessários para o momento, e poder auxiliar a/o professora/or. Fazer parte do projeto Paralapracá e, consequentemente, da Ciranda do AVA do projeto, nos permite conhecer as fases e eixos norteadores da Educação Infantil, possibilitando as trocas de experiências vividas com outros municípios.”

Fátima Cristina Silva, coordenadora pedagógica da Escola Santa Tereza, em Olinda (PE) – 22/07/2016

Cristiane Oliveira Santos

“Me reconheço formadora, ao ver nas atividades realizadas pelas crianças os seus traços, suas escolhas e sua liberdade de realizá-las, apenas sendo estimuladas pelas professoras para o desenvolver das suas cem linguagens.Sempre é possível vencer seus desafios!”

 

Cristiane Oliveira Santos, professora formadora da Escola Nossa Senhora do Monte, em Olinda (PE) - 20/07/2016