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Depoimentos




Edna Dantas

“Procuro a cada dia focar numa situação que necessite de uma orientação mais específica, não deixando de olhar o processo como um todo. Minha atuação, como formadora, acontece todos os dias, na medida em que observamos e refletimos como estão sendo desenvolvidas as atividades pedagógicas diárias, e que intervenções ou redirecionamentos são necessários nesse processo.”

Edna Dantas, coordenadora pedagógica da Escola Alto do Sol Nascente, em Olinda (PE) – 20/07/2016

Lúcia Feitosa

“Estou encantada com essa nova roupagem que o AVA vem ganhando e somando com uma filosofia que nos faz refletir posturas e repensar práticas pedagógicas. É nesse espaço que temos como desafio ampliar nossas práticas, trocando ideias e nos integrando umas com as outras, num ambiente virtual de colaboração. É claro que ele só poderia crescer com o tempo, ganhando corpo e formas próprias.”

Lúcia Feitosa, técnica de educação infantil, em Maracanaú (CE) – 5/7/2016

Iany Bessa

“Percebo o grande cuidado da coordenação do projeto em relação ao novo momento que vivemos no Paralapracá. Fico honrada em partcicipar desse novo tempo. Sempre acreditei na proposta do projeto desde o momento em que entrei só venho a ganhar. Acompanhar o crescimento, em todos oa aspectos, sejam estruturas, humanos ou profissionais, é muito mais forte do que uma formação para o assessoramento. É lição de vida e trabalho.”

Iany Bessa, assessora pedagógica do Paralapracá em Maracanaú (CE) e Caucaia (CE) – 21/06/2016

Cely Bastos

“A formação do projeto Paralapracá é um momento de descontração, é um momento de aprendizado e é um momento de valorização da pessoa, do humano, que nos provoca uma sensibilidade. Enquanto professor, a gente dá essa parada na formação para gente refletir, para se fortalecer, porque o professor fortalecido, na sua alma, leva isso para a prática com as crianças. É essa visão que eu tenho de formação, que as meninas [professoras] têm sido imbuídas. E eu agradeço muito por esse momento que a gente vivencia, é muito gostoso.”

Cely Bastos, professora da Escola Municipal 19 de Setembro, de Olinda (PE) – 21/06/2016

Ana Lucia Morais

“O programa de formação continuada do projeto Paralapracá chegou na nossa escola de maneira muito significativa, através da formaçã dos coordenadores pedagogicos. A formação trouxe um tempo novo parac nós educadores, que sempre procutamos pesquisar, investigar sobre a infância e inovar sempre, pois acrediatamos que a escola da infância deve ser viva, alegre e criativa!”

Ana Lucia Morais, coordenadora pedagógica da Escola Municipal Monteiro Lobato, de Camaçari (BA) – 13/05/2016

Lila Mota

“Sobre me ver como formadora, acredito que em dois anos de formação com o Paralapracá, senti de fato uma legitimidade neste lugar. Vejo-me atuando não só nos momentos de formação, mas também quando sou solicitada pelas educadoras pára refletirmos sobre as questões que norteiam o universo infantil e também sobre a prática do professor. Acredito que as pesquisas, os estudos, me asseguram neste lugar. Me entendo melhor enquanto formadora, por que, antes de tudo, me vejo como estudante, aprendente, e por isso aprofundo o diálogo com a equipe. Aprofundo por que questiono minha prática, e nos estudos coletivos vejo a equipe questionando sobre o nosso fazer pedagógico na instituição.”

Lila Mota, coordenadora/formadora do Centro Integrado de Educação Infantil CIEI da Gleba C, em Camaçari (BA) – 04/05/2016